Enquanto a estabilidade dos contratos futuros em Chicago reflete cautela diante das incertezas geopolíticas e comerciais no cenário internacional, a forte valorização do real impõe novas perdas ao mercado físico brasileiro, reduz a paridade de exportação e mantém a comercialização concentrada em vendas motivadas por necessidade financeira imediata. No comércio exterior, segundo a Secex, no mês de março o Brasil embarcou volume 1% inferior ao total enviado no mesmo mês em 2025. Entretanto, as exportações estão 6,1% acima no acumulado anual.
