As expectativas de expansão da oferta na Argentina e na Austrália, combinadas à recuperação do ritmo de plantio nos Estados Unidos e à perda de fôlego das exportações americanas, limitam o potencial de valorização do cereal, que alcançaram as cotações mais baixas em 3 meses, apesar das dificuldades logísticas enfrentadas pela Ucrânia e das incertezas envolvendo o conflito com a Rússia.
