Com a colheita dos Estados Unidos avançando, a entrada da nova produção mantém o mercado internacional pressionado, mesmo diante de novas vendas externas. No Brasil, a cautela dos agentes limita a liquidez, enquanto as condições climáticas condicionam o ritmo da semeadura e o desempenho das exportações permanece favorecido pela combinação de maiores volumes embarcados e preços médios superiores aos de 2025.
