O maior processamento interno da soja, aliado à demanda consistente por farelo e óleo nos mercados doméstico e externo, mantém os preços dos derivados sustentados no Brasil. Paralelamente, a valorização do dólar frente ao real ampliou a paridade de exportação da oleaginosa e reforçou a competitividade dos produtos brasileiros. A alta das cotações internacionais acrescenta, ainda, um vetor adicional de suporte às referências domésticas.
