Retorno das chuvas e manutenção de temperaturas favoráveis reforçam o potencial produtivo das lavouras norte-americanas, reduzindo o prêmio de risco climático nas cotações. No Brasil, prêmios de exportação próximos dos maiores níveis do ano continuam compensando parte da pressão exercida pelas cotações internacionais. Paralelamente, agentes monitoram o comportamento da demanda chinesa e a futura concorrência logística com os embarques da segunda safra de milho.
