As cotações do trigo encerraram julho em forte alta em Chicago, devido ao agravamento das tensões no Mar Negro e no Oriente Médio, pela expectativa de redução da produção entre importantes exportadores e pela diminuição dos estoques mundiais. No Brasil, a perspectiva de uma safra menor, o avanço da dependência das importações e as incertezas quanto à qualidade do trigo reforçam a sustentação dos preços e ampliam a sensibilidade do mercado às oscilações cambiais e ao cenário externo.
