Diante de menor colheita em 2026, a precificação do cereal tende a ficar cada vez mais atrelada à taxa de câmbio, à evolução dos custos logísticos e ao comportamento das cotações internacionais, sobretudo em função da expectativa de maior dependência das importações para atender ao consumo doméstico nos próximos meses. No exterior, volatilidade continua alta devido a conflitos no Oriente Médio e na região do Mar Negro.
