Apesar do recuo pontual das posições mais líquidas nas bolsas norte-americanas, o mercado segue atento às ameaças sobre o fluxo internacional do cereal na Rússia e Ucrânia, ao enfraquecimento das vendas externas dos Estados Unidos e à deterioração das perspectivas produtivas da França, um dos principais fornecedores da União Europeia.
