MINUTO DO MILHO: Cotações internacionais perdem força com maior alívio geopolítico

A retração do petróleo e o reposicionamento dos fundos reduziram a força compradora no mercado internacional, enquanto, internamente, a lentidão nas negociações físicas e condicionantes climáticas regionais seguem delimitando o comportamento das cotações. Dados da Secex mostram que, até a terceira semana de março, o Brasil exportou 784 mil toneladas do cereal, ou 90% do total embarcado em relação a março de 2025. No campo, 38% da área semeada com milho da safra de verão já foi colhida até o dia 21 de março, enquanto 91,6% da área total projetada da segunda safra já foi semeada, segundo a Conab.

Tempo de leitura: 5 minutos

| Publicado em 24/03/2026 por:

Economista | Analista de Mercado

A retração do petróleo e o reposicionamento dos fundos reduziram a força compradora no mercado internacional, enquanto, internamente, a lentidão nas negociações físicas e condicionantes climáticas regionais seguem delimitando o comportamento das cotações. Dados da Secex mostram que, até a terceira semana de março, o Brasil exportou 784 mil toneladas do cereal, ou 90% do total embarcado em relação a março de 2025. No campo, 38% da área semeada com milho da safra de verão já foi colhida até o dia 21 de março, enquanto 91,6% da área total projetada da segunda safra já foi semeada, segundo a Conab.

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