No Brasil, o ambiente de negócios mostrou-se mais lento no início da semana, apresentando liquidez limitada e comercializações pontuais. A pressão baixista sobre as cotações domésticas refletiu o desempenho negativo dos contratos futuros no exterior, aliado à expressiva desvalorização do dólar frente ao real. No campo, dados da Conab apontam que, até 7 de março, 50,6% da área nacional havia sido colhida, avanço semanal de 8,9 pontos percentuais. O ritmo permanece abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (60,9%) mas está acima da média dos últimos cinco anos (48,5%).
