Em Chicago, o suporte vem da perspectiva de maior absorção interna do milho para produção de etanol e da continuidade do ritmo robusto nas exportações, além de acompanhar a valorização nas commodities correlatas e de reagir a provável diminuição na área plantada em 2026/27. No Brasil, preços sobrem devido a retenção de oferta dos produtores, que focam na colheita do milho e da soja, além do plantio do cereal na segunda safra, que está em atraso. Do lado dos compradores, os estados com maior parque industrial buscaram recompor estoques de maneira gradual, evitando pressionar ainda mais as cotações.
