No Brasil, apesar da valorização externa, o mercado interno não capturou integralmente esse movimento. Os prêmios nos portos recuaram em meio à intensificação da colheita que será recorde, às limitações de armazenagem, ao line-up robusto programado para março e ao risco de congestionamentos logísticos. Adicionalmente, o câmbio apresentou apreciação do real, com recuo de 2,09% no mês e o dólar cotado a R$ 5,14. A combinação desses fatores reduziu a paridade de exportação, pressionou as referências domésticas e diminuiu a competitividade do produto brasileiro frente à oferta norte-americana.
