A melhora climática nos EUA, Rússia e Ucrânia sustentou as quedas dos preços internacionais do trigo. No Brasil, a comercialização permanece lenta, em um cenário de abastecimento confortável da indústria moageira. Enquanto parte dos produtores tenta intensificar as vendas para formação de caixa e liberação de estoques, outros, mais capitalizados e com maior capacidade de armazenamento, mantêm a oferta retida à espera de preços mais favoráveis no segundo trimestre, principalmente para lotes de melhor padrão qualitativo. Em janeiro, as importações brasileiras somaram 504 mil toneladas, queda de 29,7% na comparação anual, segundo a Secex.
