Os principais fatores de sustentação das cotações externas foram o desempenho das exportações norte-americanas, os riscos climáticos no Leste Europeu e nas Planícies do Sul dos Estados Unidos, a instabilidade geopolítica na região do Mar Negro e a desvalorização do dólar. No mercado brasileiro, o período foi marcado por baixa liquidez e negociações pontuais, reflexo da postura cautelosa adotada por compradores e produtores. A apreciação do real reforçou a paridade de importação como principal balizador dos preços domésticos. No segmento industrial, permanecem os desafios associados à heterogeneidade da qualidade do trigo argentino, fato que impacta a operação da indústria moageira.
