No mercado interno, o ambiente permanece marcado por viés defensivo. A valorização do real frente ao dólar reduz a competitividade da soja nacional no mercado externo, pressionando a paridade de exportação e favorecendo ajustes baixistas nas cotações internas. Em contrapartida, os prêmios portuários seguem firmes, atuando como relevante fator de suporte aos preços. Do lado da oferta, persistem as limitações estruturais de armazenagem, enquanto a elevação dos custos logísticos continua influenciando a formação dos valores de comercialização.
