No Brasil, o mercado segue pressionado pela elevada oferta e pela demanda contida. A queda do dólar reduz a competitividade da exportação e reforça o viés baixista. Até a quarta semana de janeiro, os embarques somaram 3,74 milhões de toneladas, 4,2% acima do registrado no mesmo período do ano anterior, segundo a Secex. A Conab aponta que 7,4% da área de milho verão já foi colhida. No setor de etanol, estudo do Rabobank projeta avanço de 16% na produção em 2025/26, com potencial de pressão sobre as margens das usinas no médio prazo.
