O recuo foi parcialmente atenuado pelo desempenho robusto das inspeções de embarques norte-americanos, além de especulações envolvendo a possível conclusão, no curto prazo, da primeira fase de compras de soja dos Estados Unidos pela China. No Brasil, as cotações internacionais, o câmbio, os prêmios e os custos logísticos influenciam fortemente os preços internos. Secex indica exportação de 645 mil toneladas da oleaginosa até a segunda semana de janeiro, representando 60,4% do total exportado em janeiro de 2025. Conab estima que 98,2% da área destinada a soja já estava semeada até 11 de janeiro.
