Derivados de Soja: sem folga para o óleo, volatilidade continua!
O dia contou ainda com a derrocada do petróleo, pressionado pelo aumento da produção pela OPEP+ e da perspectiva de um acordo nuclear dos EUA com o Irã.
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A deterioração das lavouras norte-americanas impulsionou as cotações internacionais, enquanto as projeções para a safra 2026/27 apontam redução da produção entre importantes exportadores. No
A combinação entre clima favorável nos Estados Unidos, menor participação chinesa nas compras e indicadores globais de oferta e demanda confortáveis mantém as bolsas