As regiões que serão atingidas por chuva forte também terão possibilidade de ventos
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A sustentação dos preços esteve ancorada, sobretudo, na intensificação da demanda global por insumos agrícolas, típica do período de preparação para as aplicações em diversas regiões produtoras. Esse movimento foi reforçado por fatores geopolíticos, como a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã, além de restrições pontuais na oferta por parte de importantes países produtores ao longo do mês de janeiro. No mercado doméstico, a taxa de câmbio atuou como elemento de atenuação. Em janeiro, o real acumulou valorização de 3,8%, o que contribuiu para suavizar, parcialmente, o impacto da elevação dos custos dos insumos importados.
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Iniciada há cerca de três semanas, a tendência de queda nos preços persiste no mercado suinícola nacional, conforme aponta o Cepea. Segundo levantamento do Centro de Pesquisas, em um mês, as desvalorizações no mercado independente (spot) chegam aos 20%. Com isso, pesquisadores explicam que muitos produtores têm negociado o suíno vivo a valores muito próximos – ou até abaixo – dos observados para a produção integrada. Ressaltam que, historicamente, as cotações do animal no mercado independente operam acima das de produção integrada, devido aos maiores custos. Quanto à carne suína, dados compilados da UN Comtrade, da Organização das Nações Unidas (ONU), e analisados pelo Cepea mostram que a proteína brasileira foi a mais competitiva no mercado internacional em 2025, quando considerado o valor em dólar por quilo exportado. Atual terceiro maior exportador mundial, o Brasil registrou valor médio de US$ 2,57/quilo, enquanto os Estados Unidos e a União Europeia (respectivamente o primeiro e segundo maiores exportadores globais) tiveram ambos média de US$ 3,18/kg.
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Em janeiro, a competitividade da carne de frango caiu frente à suína, mas subiu em relação à bovina, aponta levantamento do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, a desvalorização da proteína suinícola foi um pouco mais intensa que a da avícola, enquanto a carne de boi se valorizou ligeiramente – todas no atacado da Grande São Paulo. Pesquisadores explicam que o movimento de queda de preços das carnes de frango e suína é típico do primeiro mês do ano, quando a demanda interna tende a estar mais enfraquecida, gerando uma sobreoferta. Para a proteína bovina, as altas até meados de janeiro garantiram o aumento da média mensal – desde a última semana, porém, o ritmo de negócios diminuiu.
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