Algodão fecha em alta na Bolsa de Nova York com contratos impulsionados por fluxo técnico e fatores externos

Nesta quarta-feira (11), o mercado de algodão encerrou a 64,09 cents de dólar por libra-peso, com alta de 31 pontos, em uma sessão marcada pela queda do dólar, ajustes técnicos e repercussão do relatório WASDE do USDA. O mercado também apresentou movimentação de volume mais moderada em comparação com a terça-feira, enquanto os fundamentos globais seguem indicando estoques mais confortáveis. Entre os demais vencimentos, o contrato maio fechou a 64,04 cents/lp, com avanço de 26 pontos, e o julho 65,69 cents/lp, com alta de 21 pontos.  Os futuros negociados na ICE (Intercontinental Exchange) tiveram ganhos de 15 a 28 pontos entre os principais vencimentos ao longo da sessão, refletindo o interesse comprador em um ambiente ainda dominado por fatores técnicos e fluxo de mercado. No cenário externo, o índice do dólar americano recuou, o que ajudou a dar suporte aos contratos do algodão ao favorecer as commodities negociadas na moeda norte-americana. No mesmo dia, os contratos futuros de petróleo bruto caíram US$0,94 por barril, negociados a US$64,90, contribuindo com cautela por parte dos agentes ao negociar as commodities agrícolas. Esses movimentos são acompanhados de perto pelos mercados globais, que mostram um ambiente misto de commodities nesta sessão. O mercado também repercute a divulgação do relatório WASDE de fevereiro do USDA, que projetou um cenário global com estoques finais elevados e consumo ajustado para baixo, indicando um quadro mais acomodado de oferta e demanda no algodão. Essas revisões técnicas têm amplificado a cautela dos traders, mesmo em meio às altas observadas nos contratos mais próximos.

Exportações de carne de frango ganham ritmo em valor no início de 2026

Com base nos números apresentados nesta segunda-feira (09) pela pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), nos primeiros cinco dias úteis de fevereiro, geraram uma receita de 264.102,5 milhões de dólares, contra o fechamento completo de fevereiro de 2025, que registrou ingressos de 779.626,1 milhões de dólares. Em faturamento diário, a média foi de 52.820,5 mil dólares, enquanto a média de fevereiro de 2025 foi de 38.981,3 mil dólares. Em termos de volume embarcado, na primeira semana de fevereiro de 2026 totalizou 142.801,1 toneladas, enquanto fevereiro todo de 2025 alcançou 436.585,9 toneladas. A média diária foi de 28.560,2 toneladas, superior à média do mesmo mês do ano passado, de 21.829,3 toneladas. O valor médio por tonelada também apresentou elevação. Nos primeiros dias de 2026, o preço foi de 1.849,4 dólares por tonelada, frente aos 1.785,7 dólares praticados em fevereiro de 2025.

Mercado do boi registra altas em São Paulo e Goiás

Exportação de carne bovina cresce no início de fevereiro

Exportações de café não torrado crescem mais de 20% na primeira semana de fevereiro/26

Faturamento diário do café não torrado supera US$ 66 milhões, enquanto café torrado mantém estabilidade, segundo dados da Secex

Mercado do boi inicia semana em alta

Cotações do mercado do boi gordo registraram alta nas praças paulistas

Calor intenso e seca prejudicam lavouras e rebanhos

Região Sul enfrenta aumento do déficit hídrico e temperaturas elevadas

Café arábica recupera perdas e se consolida com ganhos no fechamento da sessão desta 2ª feira (09)

Redução da oferta da Colômbia impulsionou os preços futuros

Reforma Tributária Transforma Estratégias do Agronegócio Brasileiro

Transição Tributária é Vista como Oportunidade para Empresas Antecipadas

Fertilizantes: Preços continuam em ciclo de valorização e acendem alerta para o custo da produção agrícola

Com a proximidade do ciclo agrícola, a valorização das cotações internacionais tende a elevar os custos de produção no campo, dado o elevado grau de dependência do Brasil em relação aos fertilizantes importados. Nesse contexto, produtores devem revisar estratégias de adubação, o que pode limitar o volume de entregas de NPK. Dados da Secex indicam que as importações de fertilizantes totalizaram 2,879 milhões de toneladas em janeiro, recuo de 3,7% frente ao mesmo mês de 2025. Paralelamente, diante do avanço dos embarques com origem na China, a Rússia busca reforçar sua posição como principal fornecedora do insumo ao mercado brasileiro.

Custo da alimentação do gado inicia o ano em queda e melhora margens na pecuária

Redução ajuda a limitar as altas no preço do boi gordo

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