Ritmo exportado de carne de frango segue elevado na terceira semana de dezembro/25, mas preços recuam

No ano passado, o volume total exportado foi de 413,4 mil toneladas em 21 dias úteis de dezembro. A média diária na terceira semana de dezembro/25 ficou em 21,8 mil toneladas, sendo que isso representa um ganho de 10,9% frente à média diária exportada do ano anterior, que ficou em 19,6 mil toneladas.  O preço pago pelo produto até a terceira semana de dezembro ficou em US$ 1.735,2 por tonelada, isso representa uma queda de 6,1% se comparado com os valores praticados em dezembro do ano anterior, que estavam próximos de US$ 1.848,5 por tonelada.   No faturamento, a receita obtida até a terceira semana de dezembro ficou em US$ 568.095,1 milhões  por tonelada, enquanto em dezembro do ano anterior o valor ficou em  US$ 764.220,3  milhões por toneladas.  Já a média diária de faturamento ficou em US$ 37.873,0 mil toneladas e teve uma alta de 4,1% frente a média diária observada em dezembro do ano anterior, que ficou em US$ 36.391,4 mil toneladas.  

Carne suína: embarques e faturamento avançam na terceira semana de dezembro/25

Pig carcasses cut in half stored in refrigerator room of food processing plant.

Volume exportado se aproxima do total exportado em dezembro de 2024

Média de embarques e faturamento do café torrado nos 15 dias de dezembro/25 recuam no comparativo com mês inteiro do ano passado

Dados divulgados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (22) mostram que a média diária de embarques do café torrado, extratos, essências e concentrados nos 15 primeiros dias úteis de dezembro de 2025  contabilizou um recuo de 19,2% contra os embarques dos 21 dias de dezembro de 2024, contabilizando 393 toneladas (15 dias dezembro/25), comparado a 487 toneladas  (21 dias dezembro/24). O volume total embarcado até a 3ª semana de dezembro de 2025  ficou em 5,908 toneladas, comparada a 10,238 toneladas registradas no mês inteiro de dezembro/24.  O faturamento total dos embarques até a 3ª semana de  dezembro de 2025 registrou um valor de US$ 71,033 milhões, sendo que em todo o mês de dezembro de 2024 a receita fechou em US$ 116,237 milhões. A média diária paga nos 15 dias úteis de dezembro/25 foi de US$ 4,735 milhões, registrando uma baixa de 14,4% frente a média diária registrada no mês inteiro de dezembro 2024, que ficou em US$ 5,535 milhões. Com relação ao preço, o café torrado foi negociado por R$ 12.021,40 nos 15 dias úteis de dezembro/25, em comparação com R$ 11.353,40 do mês de dezembro/24, registrando assim um avanço de 5,9% no comparativo.  Café não torrado A média diária exportada do café não torrado durante a 3ª semana de dezembro de 2025 ficou em 9,598 toneladas, contabilizando  um recuo de 0,1% quando comparada com a média embarcada durante todo o mês de dezembro de 2024, que registrou um total de 9,611 toneladas. O volume dos embarques contabilizou nos 15 dias úteis de dezembro/25  um total de 143,969 milhões de toneladas, e o mês inteiro de dezembro do ano passado registrou um total de 201,848 milhões de toneladas.  O faturamento total das exportações do produto durante os 15 primeiros dias úteis de dezembro de 2025 foi de US$ 1,066 bilhão, comparado a US$ 1,004 bilhão registrado durante os 21 dias de dezembro de 2024. O faturamento diário seguiu em alta de 48,7%, registrando US$ 71,080 milhões (15 dias dezembro/25),  contra US$ 47,813 milhões (21 dias dezembro/24).  Sobre o preço negociado até a 3ª semana de dezembro de 2025, durante os 15 dias úteis de dezembro/25 o café torrado foi acordado por US$ 7.405,80, contabilizando assim um avanço de 48,9% frente ao negociado durante todo o mês de dezembro de 2024, que foi no valor de US$ 4.974,50. 

Semana do Natal tem chuva no Sul e calor em outras regiões do Brasil

Verão começou com calorão, mas já deve ter virada de tempo no Rio Grande do Sul

Antes do fechamento do mês, embarques de carne bovina já ultrapassam dezembro de 2024

Exportações acumulam 218,3 mil toneladas até a terceira semana do mês, com forte alta na média diária, faturamento e preços, segundo dados da Secex

Boi gordo fecha semana sem mudanças em SP

Mercado pecuário encerra semana estável

Mercado de frango vivo mantém trajetória de queda no curto prazo, apontam analistas

Preços seguem pressionados, mas exportações e consumo interno limitam recuos

Café: Perspectivas de chuvas no BR consolidam novamente baixas em NY no fechamento desta 6ª feira (19)

Oferta mantém pressão sobre os futuros

Algodão mantém preços firmes apesar de oscilações e cautela no mercado

Mercado físico encerra a semana com leve estabilidade nos preços

Resistência de França e Itália adia votação da UE sobre acordo com o Mercosul, diz agência

A União Europeia decidiu adiar a votação do acordo comercial com o Mercosul, inicialmente prevista para ocorrer nesta sexta-feira (19), após a resistência de França e Itália, e passou a trabalhar com a possibilidade de levar a decisão para janeiro. Segundo fontes diplomáticas ouvidas pela agência EFE e pelo jornal Politico, o adiamento permitirá que o governo italiano analise com mais profundidade o conteúdo do acordo. O adiamento inviabiliza a assinatura do acordo, que estava previsto para ocorrer neste fim de semana. De acordo com as mesmas fontes, a postergação da votação e da assinatura foi considerada aceitável pelos países do Mercosul, apesar da ameaça feita pelo presidente Lula, que exerce a presidência rotativa do bloco sul-americano, de que “não haveria mais acordo” caso o texto não fosse assinado neste fim de semana. Segundo uma fonte europeia citada pela EFE, os países do Mercosul já foram formalmente informados da decisão de não realizar a votação no âmbito do Conselho da União Europeia nesta sexta-feira. Conforme o novo cronograma discutido entre os governos, tanto a votação quanto a assinatura do acordo passariam a ocorrer no início de janeiro. A assinatura do acordo exigia, como pré-condição, a aprovação por maioria qualificada no Conselho da UE — ao menos 55% dos países-membros, representando 65% da população do bloco. Segundo diplomatas europeus, esse cenário se tornou praticamente inviável diante da oposição firme da França e das dúvidas de última hora levantadas pela Itália. Nesta semana, milhares de produtores rurais bloquearam vias com tratores nas proximidades das sedes do Conselho Europeu e do Parlamento Europeu, em manifestações contra o acordo UE–Mercosul. Os manifestantes alegam que o pacto permitiria a entrada de produtos agrícolas sul-americanos que não seguem as mesmas exigências ambientais e sanitárias impostas aos agricultores europeus. A França mantém uma posição contrária ao acordo. O presidente Emmanuel Macron afirmou que o texto “não pode ser assinado” nas condições atuais e defendeu novas negociações em janeiro. O governo francês exige salvaguardas para o setor agrícola europeu, incluindo regras mais rígidas sobre pesticidas e inspeções reforçadas nos portos da UE. O acordo entre UE e Mercosul, negociado há mais de 25 anos, prevê a eliminação gradual de tarifas sobre a maior parte do comércio entre o bloco europeu e Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia, criando um mercado de cerca de 780 milhões de pessoas.

plugins premium WordPress

Acesse a sua conta

Ainda não é assinante?