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MINUTO DO MILHO: União Europeia retira restrições para importação de grãos ucranianos

No Brasil, foram exportadas 4,220 milhões de toneladas de milho não moído, representando até o momento cerca de 65% do volume total exportado nesse mesmo mês de 2022.

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 19/09/2023 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de mercado

Iniciando pelo Brasil, a Secex atualizou os dados da Balança Comercial até a 3° semana de setembro. Durante esse período, foram exportadas 4,220 milhões de toneladas de milho não moído, representando até o momento cerca de 65% do volume total exportado nesse mesmo mês de 2022.

Vale lembrar que isso equivale ao volume exportado nos 10 primeiros dias úteis do mês, restando ainda mais 10 dias para novos embarques.

A média diária de embarques está em 422,016 mil toneladas, o que representa uma alta de 38% ante aos embarques desse mesmo período do ano anterior.

Mesmo com os números positivos, a Anec reduziu as suas estimativas para a exportação do milho nesse mês, as quais saíram de 10,2 milhões para 10 milhões de toneladas, o que de todo jeito representa um novo recorde no país.

Indo para o mercado externo, o USDA atualizou as condições de lavouras nos EUA, apontando uma pequena queda das condições do milho, em 1 ponto percentual. Desse modo, as lavouras em condições boas/excelentes somam 51%, em condições regulares 29% e entre ruins/péssimas 20%.

A colheita do milho também teve início naquele país, atingindo 9% da área total até o último dia 17 de setembro, com os trabalhos avançados em 2 pontos percentuais ante a média dos últimos 4 anos.

Ainda nos EUA, as inspeções semanais de grãos para exportação do milho somaram 642,095 mil toneladas na semana encerrada no dia 14, volume acima da semana anterior e das 549,476 mil toneladas inspecionadas nesse mesmo período do ano anterior.

Mesmo com o corte nas condições de lavouras e bons números nas inspeções semanais, os futuros do cereal encerraram a sessão de segunda-feira (18) variando -1,01% para o contrato dezembro na Bolsa de Chicago, com a pressão vindo em sua maioria do avanço da colheita norte-americana e o forte programa de exportação do Brasil.

Auxiliando ainda mais para derrubar as cotações do milho e do trigo, a União Europeia optou por retirar as restrições para as importações de grãos ucranianos, reforçando os rumores da retomada de operações na Grande Odesa.

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