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MINUTO DO MILHO: segunda-feira foi de “boas altas” para o cereal

As cotações conseguiram se recuperar nesta segunda-feira (13), com o contrato dezembro variando +2,84% na Bolsa de Chicago, e +5,01% na Bolsa Brasileira.

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 14/11/2023 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de mercado

Após um cenário de muitas quedas para o milho, as cotações conseguiram se recuperar nesta segunda-feira (13), com o contrato dezembro variando +2,84% na Bolsa de Chicago, e +5,01% na Bolsa Brasileira.

Para o mercado externo, o suporte veio do aumento na demanda do milho norte-americano, resultado de um cereal de origem mais barata.

Segundo dados do USDA, as inspeções semanais para exportação naquele país, encerradas na semana do dia 09, somaram 608,810 mil toneladas de milho, representando uma alta de +13,60% ante ao volume inspecionado nesse mesmo período de 2022.

Além disso, o USDA reportou ontem (13) uma venda de milho para o México, um volume de 143,67 mil toneladas para entrega 2023/24.

Quanto a colheita do cereal nos EUA, esta chegou a 88% no último dia 12, um avanço semanal de 7 pontos percentuais, que acabou por deixar os trabalhos ainda mais atrasados em comparação com o ano anterior, quando para esse período a colheita chegava a 92%.

Falando agora sobre o Brasil, onde as altas para os futuros do milho foram ainda mais significativas, contamos com dois principais suportes.

A Secex atualizou os dados da Balança Comercial do país até a 2° semana de novembro, confirmando que as exportações do milho somaram 2,390 milhões de toneladas, o que já representa 40,59% do volume total exportado em todo esse mês de 2022.

A média diária dos embarques para os 7 primeiros dias úteis do mês foi de 341,556 mil toneladas.

Outro ponto de alerta veio da oferta brasileira do cereal, a qual está sendo afetada tanto pela falta de interesse no plantio do milho por parte dos produtores, quanto pelas condições climáticas adversas no país, que podem reduzir ainda mais a área estimada.

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