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MINUTO DO MILHO: aumento das exportações ucranianas pressiona cotações no Brasil e EUA

A nova semana iniciou com os preços do milho indo ladeira abaixo. Na Bolsa de Chicago, os futuros do cereal recuaram -1,05% para o contrato dezembro e -0,98% para o março.

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 24/10/2023 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de mercado

A nova semana iniciou com os preços do milho indo ladeira abaixo. Na Bolsa de Chicago, os futuros do cereal recuaram -1,05% para o contrato dezembro e -0,98% para o março.

As cotações recuaram ante ao aumento das exportações do milho na Ucrânia, possível pelo novo corredor alternativo, que torna o grão ucraniano uma oferta mais barata, competindo com o milho norte-americano e brasileiro.

Essa competição já está sendo vista, uma vez que temos redução no ritmo dos embarques em ambos os países.

Na semana encerrada no dia 19, as inspeções semanais do milho para exportação lá nos EUA, foi de 439,549 mil toneladas, vindo abaixo da semana anterior e das 472,594 mil toneladas inspecionadas em igual período do ano anterior.

Ainda nos EUA, o USDA atualizou que a colheita do milho foi para 59% do total até o dia 22 desse mês, um avanço semanal de 14 pontos percentuais. Os trabalhos estão no mesmo ritmo do ano de 2022.

Falando agora sobre o Brasil, as cotações na B3 encerraram a primeira sessão da semana com uma variação de -1,01% para o vencimento novembro e -0,97% para o dezembro, reflexo da redução no ritmo dos embarques internacionais com a forte competitividade vinda da Ucrânia.

Segundo a Secex, até a 3° semana de outubro foram exportadas 5,893 milhões de toneladas de milho, o que representa 86,8% do volume total exportado em todo esse mês de 2022. Apesar de contabilizar apenas 14 dias, o ritmo dos embarques reduziu, dificultando assim um volume mais impactante nesse mês.

A média diária dos embarques durante esses 14 primeiros dias foi de 420,957 mil toneladas.

Com os preços do milho desvalorizados lá fora e no mercado físico nacional, vemos produtores retraídos, preferindo segurar o cereal e aguardar uma “mudança nos ares”.

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