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Veja as cotações dos mercados abaixo:

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MINUTO DO MILHO: apesar de cortes nas estimativas de produção pelo USDA, cotações são pressionadas pela melhora nas condições das lavouras norte-americanas

Contamos também com as atualizações da Conab no Brasil, indicando que que a colheita do milho safrinha teve um avanço semanal de 8,1 pontos percentuais.

Tempo de leitura: 3 minutos

| Publicado em 15/08/2023 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de mercado

Iniciamos essa semana comentando sobre os números da Balança Comercial preliminar do mês no Brasil. Segundo os dados da Secex, até a 2° semana de agosto foram exportadas 3,148 milhões de toneladas de milho não moído, um avanço semanal de quase 2 milhões de toneladas! Em todo o mês de agosto de 2022 as exportações foram de 7,446 milhões de toneladas. Iremos superar esse número em 2023?

Contamos também com as atualizações da Conab, indicando que que a colheita do milho safrinha teve um avanço semanal de 8,1 pontos percentuais, avançando para um total de 72,4% da área. Em igual período do ano anterior os trabalhos estavam em 86,4% do total.

Os destaques vão para os estados do Mato Grosso e Tocantins, com a colheita finalizada em 99,1% e 98% sucessivamente. No Maranhão os trabalhos estavam em 96%, Piauí 93%, Goiás 80%, Minas Gerais 58%, São Paulo 40% e Mato Grosso do Sul e Paraná com 28%. A colheita do milho verão já está praticamente finalizada.

Voltando agora a atenção para o mercado externo, sabemos que na última sexta-feira (11) tivemos a atualização do relatório de oferta e demanda do USDA, que acamou movimentando os futuros do cereal na Bolsa de Chicago.

Para relembrar, as alterações da safra 2022/23 foram pequenas, porém positivas. A estimativa para a produção mundial do cereal subiu para 1,151 bilhão de toneladas, juntamente com os estoques finais que foram para 297,92 mil toneladas. O maior impacto veio da safra 2023/24, isso pois o USDA apontou que a produção mundial deve cair para 1,213 bilhão de toneladas. Podemos dizer que o corte veio quase todo dos EUA, onde a produção deve uma redução de quase 6 milhões de toneladas, com uma nova estimativa em 383,83 milhões de toneladas. As exportações devem cair para 52,07 milhões de toneladas.

Os futuros do cereal na Bolsa de Chicago encerraram a sessão dessa segunda-feira (14) com uma leve variação positiva de +0,25% para o contrato setembro e +0,08% para o dezembro.

Ademais, o USDA atualizou nessa semana as inspeções semanais para exportação nos EUA. Segundo o departamento, na semana encerrada no dia 10 de agosto foram inspecionadas 398,269 mil toneladas de milho, que apesar de estar acima do volume da semana anterior, segue abaixo do volume inspecionado nesse mesmo período do ano anterior, que era de 539,336 mil toneladas.

Quanto às condições de lavouras norte-americanas, essas apresentaram leve melhora na última semana devido ao clima favorável com as condições boas/favoráveis saindo de 57% para 59%. As condições regulares somam 28% e as ruins/péssimas 13%.

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