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MINUTO DA SOJA: início de mês negativo para a oleaginosa

Tivemos os futuros da oleaginosa recuando na bolsa de Chicago, com o contrato julho variando -1,71%, e o agosto -1,75%.

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 04/06/2024 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de mercado

O mês de junho começou negativo para a soja ao redor do globo. Aqui no Brasil, além dos futuros na B3 acompanharem as quedas da bolsa de Chicago, os preços no mercado físico também recuaram.

No estado do Paraná, a média da saca de 60 kg variou -0,7% nesta segunda-feira (03), levando os preços para R$ 120,93.

Para o Mato Grosso, a queda foi ainda mais significativa, com a média do estado variado -1,7%, e a soja sendo negociada a R$ 116,12.

Aproveitando que falamos do MT, a nova safra de soja 2024/25 será plantada a partir de setembro, e o IMEA estima uma produção de 43,7 milhões de toneladas.

Indo agora para o mercado externo, como já dito, tivemos os futuros da oleaginosa recuando na bolsa de Chicago, com o contrato julho variando -1,71%, e o agosto -1,75%.

A melhora nas condições climáticas dos EUA, assim como o avanço do plantio são um dos principais fatores para a queda do grão, isso ainda somado a forte derrocada do óleo de soja na sessão.

Até o dia 02 de junho, o plantio da soja havia alcançado 78% da área total, um avanço semanal de 10 pontos percentuais, que deixou os trabalhos acima da média dos últimos 5 anos, de 73%.

Lembrando que em igual período do ano anterior, o plantio já alcançava 89% das áreas previstas.

Impedindo maiores recuos, tivemos a atualização das inspeções semanais para exportação de grãos no país, que para a soja, na semana encerrada no dia 30 de maio, totalizou 348,644 mil toneladas, acima da semana anterior, e das 222,305 mil toneladas inspecionadas em igual período do ano anterior.

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