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MINUTO DA SOJA: decisão brasileira sobre o B15

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) abriu a semana informando que o B15 irá acontecer somente a partir de abril de 2023. Até lá, a mistura de biodiesel no diesel permanece em 10%.

Tempo de leitura: 2 minutos

| Publicado em 22/11/2022 por:

Engenheira Agrônoma | Analista de mercado

No curto prazo, foco na exportação, no longo, a soja tende a permanecer no Brasil. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) abriu a semana informando que o B15 irá acontecer somente a partir de abril de 2023. Até lá, a mistura de biodiesel no diesel permanece em 10%.

Nessa perspectiva, o consumo interno de óleo de soja irá crescer no próximo ano, levando a uma consequente redução na exportação do grão nacional. No cenário global, a tendência de consumo de óleo de soja para biodiesel também é altista, afinal, Argentina, Estados Unidos e Europa já estão caminhando para aumentar o uso de diesel renovável. Nos EUA, as inspeções semanais para a exportação de soja somaram 2,329 milhões de toneladas enquanto a colheita da oleaginosa chegou ao final.

Voltando ao Brasil, o plantio da safra 2022/23 havia atingido 80% da área total até o último dia 17, levantando preocupações para a região centro-oeste. Em estados como o Mato Grosso, Minas Gerais, Rondônia e Goiás, há muitas áreas com baixa umidade no solo que caso não sejam arrefecidas por chuvas regulares nas próximas semanas, podem impactar na produtividade do grão na região. No mercado doméstico, a comercialização da soja está aquecida, motivada pela demanda e pela preocupação do produtor em liberar espaço em seus armazéns.   

No começo da semana, houve atualização dos dados da Balança Comercial, e para as 3 primeiras semanas de novembro o volume de soja exportado foi de 1,674 milhões de toneladas, acumulando um valor de US$1,018 milhões.

Em Chicago, os futuros da soja andam lateralizados e levemente no verde. O contrato janeiro (ZSF3) encerrou a sessão de segunda-feira (21) valorizando +0,56% e abriu a sessão de terça (22) subindo +0,12%, cotado a US$ 14,38 por bushel.

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