Melhoramento Genético: genoma do algodão resultará em fibras mais fortes

  • 30/03/2020
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  • Categoria(s): Notícias Agrí­colas |

Melhoramento Genético

O Brasil é um dos maiores exportadores mundiais de algodão, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e China. Sua importância econômica para o PIB do agronegócio é essencial e por este motivo, muitos pesquisadores tem focado no melhoramento genético da fibra do algodão através do seu genoma. Confira:

O algodão é reconhecido nacionalmente por seu grande destaque econômico no Brasil. De acordo com a ministra do Ministério da Agricultura, Tereza Cristina “O PIB da cadeia produtiva do algodão do Brasil é de cerca de US$ 74,11 bilhões, considerando as vendas de produtos de confecção. A cadeia gera emprego e renda para 1,2 milhão de trabalhadores”.

Dada a sua importância na produção agrícola, na geração de receita tanto através da demanda nacional, mas especialmente por seu grande volume no setor de exportação. Pesquisadores tem buscado cada vez mais, focar no melhoramento genético do algodão, a fim de propiciar melhores resultados no aspecto da qualidade do produto. Os últimos estudos, estão relacionados ao genoma do algodão, com ênfase no melhoramento das suas fibras, tornando-as mais fortes.

Como o melhoramento genético do algodão funciona?

A genômica é uma ferramenta que pode desbloquear o potencial não descoberto das plantas. Para a cultura do algodão, o sequenciamento genético pode desvendar as possibilidades de desenvolver variedades com fibras mais fortes, melhor tolerância ou resistência à seca e até atingir menor consumo de água.

O HudsonAlpha Genome Sequencing Center (HGSC), com foco no melhoramento genético do algodão, em parceria com a Universidade de Clemson e do Centro para o Avanço da Ciência in Space, lançou um projeto para enviar algodão ao de modo que pode obter informações genéticas que podem melhorar sua colheita.

O objetivo deste estudo é comparar as diferenças de algodão cultivado no espaço com o da Terra. Os investigadores do HGSC verificam que cultivar algodão em gravidade zero pode ajudar a identificar e ver alterações adicionais na genética ou na epigenética que podem ser usadas para comparar com o algodão cultivado na terra e a identificação individualizada

O centro do HGSC está equipado com avanços na seção de leitura larga que reduz as diferenças sutílicas na informação genética detalhada. Se identificarem os valores de câmbio na genômica do código cultivado em diferentes locais e ambientes, os pesquisadores poderão rastrear as pedras genéticas para os que foram calculados de acordo com o ritmo de recuperação mais rápido, ou por quanto tempo eles exibirem resistência à sequência mais dura.

Isso também pode levar a encontrar plantas de algodão que adotam novas características mais rapidamente. A identificação de plantas de transformação pode ajudar os cientistas a explorar as razões genéticas que levam a mudanças mais rápidas na adoção.

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