Missão na China: ministra da agricultura brasileira negocia com representantes do país asiático exportação de genética avícola

  • 23/10/2019
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  • Categoria(s): Notícias Agrí­colas |

genética avícola

Em visita à China nesta semana, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, cumpre uma extensa agenda de compromissos, com foco na ampliação e diversificação das vendas para o país asiático. A pauta de exportações negociada inclui  ítens como material genético avícola e miúdos suínos na pauta de exportações, além de caroço de algodão, proteína concentrada de soja, melão e uva. De acordo com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), esta é a segunda vez que a comitiva brasileira volta ao país, só neste ano.

No início da semana, Tereza Cristina esteve reunida e com o administrador-geral da GACC, ministro Ni Yuefeng. O órgão é responsável pelas questões sanitárias e fitossanitárias na China.  A delegação brasileira teve encontro também com executivos da BBCA Brazil, grupo de tecnologia de fermentação biológica, a fim de discutir a ampliação dos investimentos no Brasil.

De acordo com o Mapa, Tereza Cristina também deve se  reunir com o Ministro da Agricultura e Assuntos Rurais da China, Han  Changfu e nesta sexta-feira (25), a ministra integra a comitiva do presidente Jair Bolsonaro, que estará no país para participar da abertura do Seminário Empresarial Brasil e China, promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e também de uma palestra sobre o agronegócio brasileiro.

Vendas  para China

Em maio deste ano, um encontro de negócios entre a ministra e o representante da GACC foi  decisivo para a habilitação de 25 plantas frigoríficas do Brasil, na China. Com isso, o número de frigoríficos habilitados a vender carnes para os chineses saltou de 64 para 89. No entanto, apenas seis frigoríficos de carne de frango foram credenciados.

Posterior ao encontro, a China também concluiu a habilitação de  24 estabelecimentos brasileiros para exportação de produtos lácteos,  como leite em pó, queijos e leite condensado. Os chineses são os maiores importadores mundiais de lácteos e desde 2007  o acordo sobre a certificação com o país asiático, aguardava pela habilitação de uma planta brasileira para que esses produtos pudessem ser comprados pela  China.

*Com informações do Mapa

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